Não há tentar

Eu acho bonito e inspirador essa coisa que muita gente faz de tentar e tentar e falhar mas ter tentado; ou conseguir finalmente e comemorar.

Mas não acredito nisso de tentar.

Vejo muita gente usando o “tentar” como desculpa para querer mudar sem mudar, ou não desistir de alguma obsessão que, se for pra analisar, não é positiva. E não é exagerar dizer que na maioria das vezes é só medo da mudança.

Mudar é necessário e bom, mesmo quando não parece – na maior parte das vezes.

O que eu entendo é que ou você faz, ou você não faz. Tentar é eufemismo de não fazer várias vezes. Ficar tentando não é uma opção… é ficar preso no limbo sem ter o que quer e sem superar a falha. Pare, analise, adapte e melhore, faça (talvez outra coisa).

Se você for o mesmo a mesma coisa acontece.

“Do, or do not. There is no try.”
– Yoda


Vampire Weekend – Unbelievers

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Um comentário sobre “Não há tentar

  1. […] Eu recentemente me vi bem perto do meu limite auto-imposto, e é aterrador acelerar de encontro ao muro e saber que quem não quer virar o volante sou eu. Quero correr, fazer tudo, conquistar tudo, mas, mais do que tomar decisões erradas, porque isso é bom (as decisões podem ser erradas, tomar decisões erradas não!), eu travo, fico olhando e pensando no que fazer sem realmente pensar no que fazer, sofrendo sobre como não consigo fazer. O que é um grande loop, já que não consigo porque penso que não consigo e perco o tempo… e enfim, você entendeu. Esse, imagino, deve ser o problema de se não todos, da maioria dos travados. Pensamos demais, fazemos de menos. […]

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